Leitura

Ele me comeu no banheiro do shopping enquanto a namorada esperava na fila do cinema

Eu já tinha visto ele algumas vezes na academia. Naquele sábado no shopping ele estava com a namorada na fila do cinema. A gente se olhou. Eu fui pro banheiro. Três minutos depois ele entrou atrás de mim. Foi rápido, sujo e sem conversa. Depois ele voltou pra fila como se nada tivesse acontecido.

Proibido · 2 min · Thiago · 1 leituras

Eu já tinha visto ele umas três vezes na academia.

Sempre no mesmo horário, sempre de fone, sempre fingindo que não me olhava quando eu fazia leg press. Moreno, uns 28, corpo de quem treina sério, bermuda curta, coxa grossa. Namorada loira, magrinha, daquelas que posta story o tempo todo.

Naquele sábado eu estava no shopping matando tempo. Passei na frente da fila do cinema e ele estava lá, mão na cintura dela, celular na outra. Me viu. Segurou o olhar dois segundos a mais. Eu continuei andando na direção dos banheiros.

Três minutos depois a porta abriu.

Ele entrou, travou e veio direto. Sem “oi”, sem desculpa. Me empurrou contra a parede do box do fundo, beijou com força e já desceu a mão pra dentro da minha calça. O pau dele estava duro pra caralho, apertado na bermuda.

“Rápido”, ele falou no meu ouvido. “Ela acha que eu fui comprar pipoca.”

Eu só ri baixinho, virei de costas, baixei a calça até as coxas e segurei a parede. Ele cuspiu na mão, passou no pau e enfiou de uma vez. Grosso, quente, sem muito preparo. Eu soltei o ar e ele já começou a meter com vontade, curto e fundo, uma mão na minha cintura e a outra tapando minha boca.

O box inteiro balançava. O barulho da pele batendo era alto demais pro banheiro de shopping, mas ninguém entrou. Ele fodia com raiva, como quem guarda isso faz tempo. Eu empurrava pra trás e ele metia mais forte. Em menos de cinco minutos eu já estava gozando sem nem tocar no pau, contraindo em volta dele. Ele segurou mais uns segundos e gozou dentro, gemendo baixo contra minhas costas, pulsando até esvaziar.

Saiu ainda duro. A porra escorreu na hora. Eu puxei a calça, ele ajeitou a bermuda e olhou no espelho pra ver se tinha marca.

“Número?”, eu perguntei.

Ele hesitou só um segundo, digitou no meu celular e saiu primeiro.

Voltei pro corredor dois minutos depois. Ele já estava de novo do lado da namorada, sorrindo, segurando dois baldinhos de pipoca. Ela nem desconfiou.

Eu passei reto, colocando o fone. Ainda sentia ele escorrendo enquanto entrava na próxima loja.

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