Eu sabia que aquele presente tinha um significado especial. Quando entreguei a ela, sabia que sua reação seria exatamente a que eu esperava. Escolhi cada detalhe pensando em nossos momentos quentes. Isso me levou a escolher uma peça delicada, rendada e perfeitamente ajustada ao seu corpo magro e curvilíneo. Quando ela abriu o pacote, vi seus olhos brilharem de surpresa e desejo. Ela sorriu aquele sorriso safado que sempre me deixava sem fôlego, inclinou-se levemente e me beijou de forma provocante. Logo após, exibiu a pequena calcinha vermelha fio dental, que desenhava em seu corpo e deixava tudo ainda mais destacado.
"Adorei", disse, deslizando os dedos sobre o tecido macio. "Mas acho que você merece ver como ela fica em mim antes de qualquer coisa."
Claro que tudo já estava planejado, o presente foi dado no dia que tínhamos marcado um encontro. Mais tarde, quando chegamos ao motel, ela fez questão de entrar primeiro no quarto, prometendo algo inesquecível. Mal tive tempo de fechar a porta e ela já começou o show que guardava só para mim.
Ela parou no centro do quarto, sob a luz suave que realçava cada curva do seu corpo. Lentamente, começou a se despir, revelando a lingerie vermelha que eu havia escolhido. A peça parecia feita sob medida: o sutiã abraçava seus seios volumosos e naturais, enquanto a calcinha fio-dental moldava suas curvas com perfeição, deixando em evidência aquela bucetinha depilada e rosadinha.
"Gostou?", perguntou, girando lentamente para que eu pudesse admirar cada ângulo. O vermelho vibrante contrastava com sua pele clara, tornando a cena ainda mais hipnotizante. Seus cabelos loiros caíam em ondas suaves sobre os ombros, e seus olhos brilhavam com confiança e malícia.
Sem esperar resposta, ela seguiu com seu show. Passou as mãos pelo próprio corpo, explorando cada centímetro da lingerie como se estivesse se apresentando para mim. Deslizou os dedos pelos seios, desceu pela barriga e parou na borda da calcinha. Sua respiração estava controlada, mas cada movimento era cheio de intenção.
Então ela se virou de costas, inclinou-se levemente para frente e, com um gesto provocante, começou a puxar a calcinha para baixo, exibindo sua bundinha e apertando e empinando ela para mim.
"Eu sei que você gosta disso", murmurou, olhando por cima do ombro enquanto rebolava devagar.
Eu não conseguia desviar o olhar. Ela era pura provocação, uma mistura perfeita de elegância e safadeza. Sem perder o controle, caminhou até mim, quadris balançando a cada passo. Ajoelhou-se na minha frente, abriu meu jeans com habilidade e libertou meu pau já duro.
"Você sabia que eu ia fazer isso?", disse, segurando-o com firmeza enquanto lambia a ponta com vontade. "Essa lingerie é pra te agradecer… e pra te mostrar todinha."
Ela começou a chupar devagar, os lábios carnudos envolvendo meu pau enquanto seus olhos permaneciam fixos nos meus. A visão dela ali, ainda com a lingerie vermelha, era irresistível.
Mas ela não queria que o show acabasse tão cedo. Levantou-se, tirou a calcinha lentamente e jogou-a para mim.
"Ela é sua agora", piscou. "Mas eu ainda tenho algo melhor pra te dar."
Subiu em cima de mim, posicionou-se de frente e guiou meu pau direto para dentro de sua buceta molhada. Começou a cavalgar devagar, saboreando cada sensação. A lingerie ainda no corpo, o sutiã destacando os seios que balançavam a cada movimento.
"Isso… mete gostoso", murmurou, rebolando enquanto buscava mais fundo. Seus gemidos cresciam, as unhas arranhando meu peito enquanto ela se entregava.
Quando senti que estava prestes a gozar, ela parou, virou-se de costas e desceu novamente, agora com o cuzinho apertado voltado para mim. Rebolava gostoso, alternando ritmo rápido e lento, gemendo alto, completamente entregue.
"Goza pra mim", implorou, voz rouca de desejo. "Quero sentir tudo dentro de mim."
Com uma última estocada profunda, eu explodi, enchendo-a enquanto ela tremia violentamente no próprio orgasmo. Exaustos, caímos juntos na cama, ainda ofegantes.
Ela sorriu, tirou o sutiã devagar e se aninhou ao meu lado.
"Essa foi só a primeira vez", disse, piscando. "Da próxima vez, quem sabe você me dá outro presente assim… e eu retribuo de novo."
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