Leitura

Eu deixei ele comer meu cuzinho pela primeira vez e pedi pra não parar

Eu nunca tinha dado o cu de verdade. Só brincadeira com dedo e língua. Até aquela noite. Eu estava no controle no começo. Depois pedi pra ele não parar.

Confissões · 3 min · Marina · 1 leituras

Eu nunca tinha dado o cu de verdade.

Tinha brincado, deixado dedo, deixado língua, mas nunca o pau inteiro. Até aquela sexta.

A gente já tinha transado três vezes. Sempre no meu ritmo. Eu em cima, eu mandando, eu decidindo até onde ia. Naquela noite ele estava diferente. Mais quieto, mais firme. Depois de me fazer gozar com a boca, ele passou o dedo molhado no meu cu e pressionou só a ponta.

Eu olhei pra ele e falei:

“Enfia.”

Ele enfiou o dedo devagar, até a junta. Eu contraí e soltei o ar. Ele começou a mexer, abrindo, enquanto chupava meu clitóris de novo. Quando eu já estava gozando pela segunda vez, ele tirou o dedo, lambeu e falou baixo:

“Quero te comer aqui.”

Eu virei de quatro sem responder. Peguei o lubrificante na gaveta, passei bastante nele e em mim. Ele encostou a cabeça do pau no meu cu e ficou só pressionando, esperando. Eu empurrei o quadril pra trás.

“Pode ir.”

Ele entrou devagar. A cabeça abriu e eu soltei um gemido longo, entre dor e tesão. Ele parou, deixou eu respirar, e foi entrando centímetro por centímetro até eu sentir as bolas encostarem na minha boceta. Eu estava completamente cheia. O pau dele parecia maior ali dentro.

“Porra, Marina… que cu apertado.”

Eu só rebolei pra trás, pedindo mais.

Ele começou a meter. No começo lento, fundo, sentindo cada movimento. Eu gemia alto, a cara enfiada no travesseiro, as mãos apertando o lençol. Cada estocada abria mais. O lubrificante fazia barulho molhado e obsceno. Quando ele acelerou, eu gozei sem nem tocar no clitóris, só com o pau enterrado no meu cu. O orgasmo veio diferente, mais fundo, mais forte, me fazendo tremer inteira.

Ele segurou minha cintura e fodeu de verdade. Sem dó. O pau sumia inteiro a cada metida. Eu pedi mais forte. Ele obedeceu. Bateu a bunda com a palma da mão enquanto metia e eu gozei de novo, gemendo alto demais pro apartamento.

Quando ele estava perto, perguntou:

“Onde?”

Eu respondi sem hesitar:

“Dentro. Quero sentir.”

Ele enterrou até o fundo e gozou. Quente, pulsando, enchendo meu cu. Eu senti cada jato. Quando ele saiu, a porra escorreu imediatamente, grossa, descendo pela minha boceta e molhando o lençol.

Eu fiquei de quatro mais um tempo, respirando, sentindo o cu latejar e a porra escorrer. Ele passou a mão e espalhou o que tinha sobrado.

Eu olhei por cima do ombro e falei, ainda ofegante:

“Próxima vez você come sem pedir.”

Ele sorriu, ainda com o pau semi-duro e sujo de porra.

“Pode deixar.”

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